Sobre a

Cabanha

O Cavalo Crioulo é o símbolo do Rio Grande do Sul e a Cabanha Boeiro Branco tem transmitido esta paixão pelo cavalo, de geração em geração, dentro da família. A origem campeira vem do Século XIX, por Pedro Dinarte Pinto, proprietário de 5 (cinco) léguas de campos, no Município de Itaqui (RS). Com a morte de Pedro Dinarte Pinto, esta propriedade foi dividida para 12 sobrinhos. Os campos mais próximos da cidade de Itaqui, ficaram para Dinarte Marenco Pinto, avô de Braulio Pinto. E parte destes campos hoje compõem a Cabanha Boeiro Branco.

Boeiro Branco é uma região da cidade de Itaqui. Dentro da propriedade, há um braço de 8 km do Rio Uruguai. Para que a população pudesse passar pela região, foram colocados bueiros pintados de branco e assim, popularmente, aquela localidade passou a ser chamada pelos itaquienses de “Boeiro Branco”.

Geração

Em

Geração

A terra e as tradições campeiras são a forma de Braulio Pinto passar para a sua família a origem, o amor pelo campo e a importância das raízes, como forma de consolidar o presente e alavancar e garantir o futuro. A família tem especial apreço por tudo o que diz respeito ao cavalo e por tudo o que se relaciona com o campo.

A tradição familiar também está nos funcionários da fazenda, três deles nasceram na Cabanha. São três gerações de proprietários e funcionários. O avô e o pai de Braulio tinham como capatazes/colaboradores o avô e o pai, dos atuais funcionários da Cabanha: Cristina, Lauri e Gilnei. José Luiz Soares Rocha, o Bolacha, Capataz da Fazenda hoje, é casado com Cristinae têm um filho – Robson – que também nasceu na Boeiro Branco e deverá seguir a tradição do local.

Vínculo com a terra, tradição de família e paixão pelo cavalo

Fechar

Seu e-mail foi enviado com sucesso.

Ocorreu um erro no envio.